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Escrito por Vânia Beatriz às 22h07
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Escrito por Vânia Beatriz às 19h14
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Alles les Bleus!!!
Está na crônica 17 Artes
e artistas de Saint-Jean-de-Luz essa história: 
“...
Estávamos num animado papo, quando chegou um senhor de meia idade, que ele nos
apresentou como sendo o avô de um famoso jogador da seleção francesa de futebol,
infelizmente não guardei o nome, só tenho certeza que não é o Zidane, este eu
não esqueceria, pois o acho muito bonito.. O simpático vovô conversou
animadamente conosco, dando noticias sobre o neto e falando sobre o Brasil, que
ele tinha vontade de conhecer. “

Escrito por Vânia Beatriz às 15h46
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Entrevista - parte 1
Entrevista concedida ao Franc Parler sobre o Livro França:um sonho de viagem
1- Tu dis dans ton livre que ton grand rêve était d'aller en France. Racontes-moi ce qui t'as décidé à partir pour la France.
Reponse : C’etait mon ex-professeur de Français à Belém-PA, Cleide Bogéa. Apres dix ans je l’ai retrouvé sur Internet et c’est elle qui m’a dit: achetes tes billets, je serais à Paris pour te recevoir et te montrer la France.
Tradução: Foi minha amiga e ex-professora de francês em Belém do Pará, Cleide Bogéa. Depois de 10 anos eu a reencontrei através da internet , trocamos mensagens , ela me incentivou: - compre suas passagens, eu estarei em Paris para te receber e te mostrar a França.
Escrito por Vânia Beatriz às 15h44
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Entrevista -parte2
2- Qu'est-ce qui t'as marqué le plus lors de ton voyage? Quel est ton meilleur souvenir?
Reponse: D’une façon générale ce qui m’a le plus marqué c’est l’opportunité de fréquenter des familles françaises différentes les unes des autres. Chaque lieu m’a touché d’une façon spéciale, soit par les gens, soit par les paysages. La ville de Saint-Jean-de-Luz est un des lieux qui m’a ému. A Meilonnais j’ai eu le bonheur de connaître l’histoire d‘une famille d’après leur album photo. Mes meilleurs souvenirs sont vraiment ces moments en famille, avec les amis français, autour d’une table.
Tradução: De uma maneira geral o que mais me marcou foi a oportunidade de convivência e aprendizagem com diferentes modos de vida de famílias francesas. Cada lugar teve o seu encanto especial, seja pelas pessoas seja pela paisagem. Saint-Jean-de-Luz foi um lugar que me encantou. En Meillonas, me emocionei com a história contada a partir de um álbum de fotografias de uma família francesa. Então, a minha melhor lembrança é dos momentos em família , sobretudo em torno de uma mesa.
3- Pourquoi avoir relaté cette aventure dans un livre? D'où t'es venu l'idée de publier tes commentaires de voyage? Sont-ils les même que tu as publiés sur Brésil Passion?
A l’origine j’ai écrit les récits pour les gens de « Brésil Passion », um lieu sur Internet pour des échanges entre français passionnés pour le Brésil et également des Brésiliens passionnés par la France. C’est grâce à ce site que j’ai pu rencontrer mon amie Cleide . C’est sur ce site que j’ai trouvé des indications pour le voyage et où j’ai rencontré des gens comme Jocelyne et Chantal, qui m’ont invité chez eux. J’ai écrit d’une manière assez gai et au même temps très sensible aux emotions que le voyage a évoqué. Ces gens de Brésil Passion m’ont donc incité à publier les chroniques, d’après leurs commentaires. Donc oui, ce sont pratiquement les mêmes chroniques, ,il y a juste des petites corrections pour enlever quelques noms de personnes et d’entreprises.
Tradução:Inicialmente escrevi os relatos para o Brésil Passion, um site de troca de informações entre brasileiros e franceses. Graças a esse site eu reencontrei minha amiga Cleide e conheci pessoas como Jocelyne e Chantal, que deram dicas para a minha viagem e ofereceram hospedagem. Escrevi os relatos de forma bem humorada e ao mesmo tempo sensível às emoções da viagem. Os leitores do site comentaram e incentivaram a publicação. A versão para o livro é praticamente a mesma, fiz pequenas correções, para não citar nome de algumas pessoas e empresas.
Escrito por Vânia Beatriz às 15h44
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4- On connaît tous les stéréotypes envers les Français. Comment trouves-tu les Français maintenant? Et la France?
Reponse: J’ai démystifié quelques stéréotypes assez diffusés au Brésil, de une façon erronée, soit par désinformation, préjugé ou par ignorance de la réalité culturelle du pays. On m’avait dit que les français ne savent pas sourire. Maintenant, même si en général les français sont plus fermés, je sais qu’en entendent le mot Brésil ils savent sourire. La France est un pays très riche culturelement et ça vaut la peine de le visiter, plusieurs fois si possible pour bien le connaître.
Tradução: Desmistifiquei alguns estereótipos que são muito difundidos no Brasil, de uma forma errônea, seja por desinformação, preconceito ou por ignorância da realidade cultural do país Disseram-me que os franceses não sabem sorrir. Eu descobri, que mesmo que se os franceses são mais fechados, eu sei que diante do nome Brasil, os franceses abrem um sorriso. A França é realmente um país muito rico culturalmente e que vale a pena visitar, por mais de uma vez certamente.
5- Quelle est la plus grande différence à tes yeux entre le Brésil et la France?
Reponse: C’est difficile à dire parce que les différences commencent par les années d’histoire, par la dimension territoriale… Quand on réfléchit du point de vue du tourisme, la France a des plus beaux bâtiments, une très belle architecture, et le Brésil offre la nature.
Tradução: É difícil dizer, porque a grande diferença começa pelos anos de história de cada Pais, pela dimensão territorial. Mas pensando do ponto de vista da atração turística, os encantos franceses são as construções feitas pelo homem e os brasileiros ainda são os da natureza.
6- Quel serait le meilleur commentaire qu'on pourrait te faire à propos de ton livre?
Reponse: Il y avait beaucoup des gents qui m’ont dit “j’ ai voyagé avec toi, à travers ton livre”, ce qui me plaît beaucoup. Le meilleur commentaire serait que les gens me disent “ton livre m’a encouragé à réaliser mon rêve de voyage en France".
Muitas pessoas me disseram que viajaram junto comigo através do livro. Mas, o melhor comentário para mim seria ouvir dizer que o livro os encorajou a realizar o seu próprio sonho de viagem à França.
Escrito por Vânia Beatriz às 15h43
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Zidane

Escrito por Vânia Beatriz às 11h06
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Um sonho de viagem - Crônica 7
Os franceses não sabem sorrir ?
Antes de seguirmos para a casa de Maurice, um velho amigo de Cleide que nos hospedou, paramos em uma banca de revista para comprar cartão telefônico. Eu observara como Cleide se comportara ao comprar os tíquetes do metrô e procurei imitá-la cumprimentando a vendedora com um animado “bonjour”. Perguntei quanto custava um cartão de 50 unidades, ela me deu uma resposta que lembra piada de português: eu não sei porque não o tenho.
Minha amiga, que propositalmente me deixara sozinha, para que eu começasse a “aprender a me virar” se aproximou-se. Disse-lhe que não havia cartão, ela achou estranho e tornou a pedir um cartão telefônico à vendedora, sem especificar de quantas unidades. Descobrimos que não havia cartão de 50, mas sim de 80 unidades.
Em resumo, ao pedir preço ao invés de cartão, formulei a pergunta errada. A situação tornara-se engraçada, mas acho que a vendedora não entendeu a piada e pareceu não estar interessada nas explicações. Cleide chamou a minha atenção: reparou que ela não sorriu?

Escrito por Vânia Beatriz às 11h14
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Um sonho de viagem - Crônica 6
A chegada em Paris
O vôo direto Cayenne – Paris foi super tranqüilo, se bem que, das oito horas e meia de viagem, pelo menos seis delas eu passei dormindo. Logo após a decolagem serviram o jantar, um ensopado de bonito visual mas de sabor e cheiro estranhos. Optei por comer só o arroz, deste modo, começava a me cuidar para não voltar das férias com alguns quilos a mais.
Peguei o livro que escolhera para leitura de bordo: “Mulheres salvando a Terra”, mas o comprimido tranqüilizante, que eu tomara antes de sair de Macapá, ainda fazia efeito. Mal folheei as primeiras páginas, cai num sono profundo. Quando acordei, estávamos a menos de uma hora, de Paris. O dia amanhecia, bonito, ensolarado, respirei fundo, estava acordando de um sono, mas não de um sonho, eu estava mesmo chegando na França.
Chronique 06 - L'arrivée à Paris
Le vol direct Cayenne-Paris fut super tranquile, si bien que des huit heures et demie du voyage, j'ai bien dormi au moins six heures. Peu de temps après le décolage, on nous a servi le souper, un plat en sauce à l'aspect sympathique, mais qui avait un goût et une odeur très bizarres. Je décidai donc de ne manger que le riz, de cette façon, je commençais à prendre soin de moi, pour ne pas revenir de vacances avec quelques kilos en trop.
Je mis le nez dans le livre que j'avais choisi comme livre de voyage : Les Femmes qui sauvent la Terre" mais le comprimé tranquilisant que j'avais pris avant de partir de Macapá, faisait encore effet. J'ai eu du mal à feuilleter les premières pages, et je suis tombée dans un sommeil profond.Quand je me suis réveillée, nous étions à moins d'une heure de Paris. Le jour se levait, beau, ensoleillé, je respirai profondément, je me réveillais d'un songe, j'arrivais vrai de vrai en France.
Escrito por Vânia Beatriz às 18h05
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Um sonho de viagem - Crônica 5
Mandaram a segurança para os ares
“Mandamos a segurança para os ares” diz a mensagem publicitária da companhia de aviação regional. Um slogan que pode dar dupla interpretação, podemos entender que a segurança vai junto com os passageiros, mas podemos entender também que a empresa mandou "passear" a segurança. Foi essa a impressão que me causou o avião, um Brasília, fabricação da Embraer.
Nada contra o fato de ser um avião de fabricação brasileira, mas me incomodou perceber que a aeronave era visivelmente mais velha do que aquela que eu deixara de viajar no dia anterior. Além disso, havia o fato de que uma semana antes os vôos da companhia haviam sido suspensos pelo Departamento de Aviação Civil (DAC) por falta de manutenção preventiva.
....
Ao não requisitar antecipadamente a carteira de vacinação, documento de viagem obrigatório, a empresa aérea me causou constrangimento, danos materiais e mandou a minha paciência para os ares.
On a assuré la securité dans les l’ airs
“Nous assurons la sécurité dans les airs " dit le mesage publicitaire de la compagnie d’aviation régionale. C’étai un slogan qui peut donner lieu à deux interprétations, il laisse entendre qu’ils assurent la securité du vol, mais on peut comprendre aussi, que la compagnie a envoyer chier la sécurité. C’est l'impression que m'a laissée l'avion , un Brasília, fabriqué par Embraer.
Je n'ai rien contre le fait que cet avion a été fabriqué au Brésil ; ce qui me dérangeait c'était de me rendre compte que cet avion était visiblement plus vieux que celui que j'avais raté le jour précédent. Il y a eu aussi cet incident, une semaine avant le voyage, quand les vols de la compagnie ont été interdits par le Departement d ‘Aviation Civil (DAC) à cause du contrôle de sécurité.
Pour n’avoir pas signalé à l’avance la necessité de détenir la carte de vaccinacion , document de voyage obligatoire, la compagnie aérienne m’a causé des contraintes, préjudices materiel et m’a faite aussi perdre la patience.
Escrito por Vânia Beatriz às 03h38
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Un rêve de voyage – Chrônique 4
A volta da que não foi
Decididamente eu não embarcara, era hora de engolir o choro e enfrentar a realidade. Precisava agir diante dos transtornos que viriam em conseqüência. Fui até a agência da Penta no aeroporto e solicitei ajuda para cancelar minha reserva no vôo da Air France, de Cayenne para Paris. A gerente telefonou para a Penta em Cayenne, transmitiu por fax uma cópia da minha passagem e pediu providências, mas era domingo, não haviam garantias de que o cancelamento seria feito a tempo. Havia uma outra preocupação na minha cabeça, fora informada que não havia vaga no vôo para Cayenne no dia seguinte, eu ficaria na lista de espera .
LE RETOUR DE CELLE QUI N'A PAS PU PARTIR
C’est vrai, je n’ai pas embarqué, c'est l'heure de ravaler mes larmes et de retourner à la réalité. J’avais besoin de prendre des mesures , devant ces contrariétés qui se présentaient à moi. Je suis allée au bureau de Penta a l’aéroporto et j’ai demandée de l’aide pour anuller ma réservation sur le vol de Air France, Cayenne- Paris.
La gérante a télèphoné à Cayenne , et a transmise , par fax, une copie de mon billet et a demande des solutions , mais c’était dimanche , on n’avait pas la certitude de pouvoir annuler à temps la réservation. Une autre préoccupation c’était dans ma tête. Ils m'ont dit qu'il n'y avait pas de place libre dans le vol pour Cay. pour le jour suivant. Je suis restée sur une liste d'attente.
Escrito por Vânia Beatriz às 01h07
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Outro dia encontrei o Secretário de Cultura do Estado em um evento social. O Luiz Carlos Wensceslau tem apoioado as iniciativas culturais do Estado e esteve presente no lançamento do meu livro na Casa de Cultura Ivan Marrocos. Só falta fazer andar aquele processo, não é Sr. Secretário?
Escrito por Vania Beatriz às 09h17
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Barrière au embarquement
Le
jour choisi pour mon départ était
le 03 juin 2001 , un jour parfait
pour moi, étant une personne supersticieuse avec le chiffre 3 , problablement mon numéro de chance. C’etait
un dimanche , le vol 740 de Penta Transport Aérien S/A devait partir à 12h20, de Macapá en
direction de Cayenne, Guyanne
Francaise. A 17h00, je prenais l’avion d’Air France pour
Paris.
Au comptoir de l’aéroport, au moment de l’enregistrement, l’employé de la
Compagnie aérienne me demanda ma Carte Internationale de Vaccination contre la
Fièvre-Jaune. J’ai su qu’à ce moment là que j’étais obligé d’avooir cette carte
pour sortir du pays. Et je ne la possédais pas. Il me prévenait que sans cette
carte, je ne pouvais pas embarquer. Il
conserva mon passeport et mes billets d’avion. Il m’envoya au Service de
Vigilance Sanitaire (SVS).
C’était
mon premier voyage à l’étranger. Auparavant,
je m’étais renseignée et j’avais obtenu des dizaines de renseignements. Mais
personne ne m’avait parlé de la carte de vaccination et ni l’agence de
voyage
où j’ai acheter les billets d’avion. Je suis allé au bureau de SVS, situé dans
l’aéroport pour le faire vacciner.
Vraiment je n’avais pas besoin de me faire vacciner. Car j’étais déjà
vaccinée en janvier 2000 et c’est valable pour dix ans. Mais pour résoudre ce problème, cela ne me gênait pas de me
soumettre à la piqûre des aiguilles. Un
contretemps, sans grande importance dont j’avais pensé que je pouvais résoudre
facilement.
La
salle de vaccination étatit fermée.
Je cherchais à rencontrer la responsable et elle était entrain de discuter avec
une autre personne dans le halle de
l’aéroport. Elle m’emmena dans son bureau. Elle ouvrit le réfrégirateur et elle
me dit qu’elle n’avait pas de vaccin. Puis elle partit dans une autre salle pour
téléphoner à son chef. A son retour, elle me raconta que ce ne sera pas possible
d’obtenir un vaccin et de ce fait elle ne pourra pas me vacciner.
Je
demanda alors une solution à l’employée. Elle me rétorqua tout simplement (pour
me faire comprendre qu’elle s’en “lave les mains”) qu’elle n’était pas obligée
de me vacciner et que son rôle est d’exiger de posséder la carte de vaccination
lors de mon retour de Cayenne. Je ne sais pas si vraiment Charles de Gaulle a
dit cette phrase mais c’est à cause de problèmes de ce type qu’on lui avait
donner raison de dire : ce n’est pas un pays sérieux.
J’ai
téléphoné à mon mari et je lui ai demandé de m’envoyer par fax le certificat.
Même si je sais que neuf entre dix
hommes sont incapables de trouver quelque chose sans l’aide d’une femme . Airton
n’est pas l’exception à cette règle. Il n’a pas trouvé le document.
Cependant il a arrivé encore de
temps pour me parler de ses mauvaises pensées en disant avec
sarcasme que je ne voyagerais pas.
Il
a demandé à ma fille de dix ans de l’aider à le chercher. Finalement ils ont
réussi à le trouver et quand ils l’ont transmis par fax, l’avion décollait.
Jusqu’à ce moment là, j’avais réussi à garder mon calme et étant désoeuvrée, je
me suis mise à pleurer.
Escrito por Vania Beatriz às 22h00
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"França:um sonho de
viagem"
Um sonho de viagem - Crônica
2
Arrumando as malas /
Préparation des valises
Cleide a amiga professora que me incentivou a ir a
França, recomendou: não traga muitas coisas, apenas uma mochila, um tênis e seis
peças de roupas. Imaginem , eu que adoro um casaco e bolsas elegantes, me
transformar numa viajante de tênis e mochila? isso já não combinava com o meu
sonho de viagem.
Cleide, l’amie qui m’a incité à aller
en France, m’a fait cette recommandation: n’emporte pas trop de choses, juste un
sac à dos, une paire de tennis et cinq ou six vêtements. Imaginez ! moi qui
adore porter des vestes et des sacs élégants, me transformer en jeune voyageuse
en tennis et sac à dos! Impossible ! celà ne me convenait pas et ne
correspondait pas à mon rêve de voyage.
Quanto ao tamanho da mala, já acumulei algumas
experiências de viagens e tenho na memória um vexame passado no hall de um hotel
em Belo Horizonte: o táxi me esperando para levar-me ao aeroporto e o
funcionário do hotel, ajudando-me a amarrar a mala com um barbante , enfiando
roupas e calcinhas que haviam se espalho pelo chão, quando o feixe da mala
estourou, um mico inesquecível , mas decisivo para me fazer aprender a não andar
cheia de malas, nem com uma mala muito cheia.
Quand à la taille de la valise, j’avais déjà
connu quelques expériences de voyage et je me souvenais d’une chose vexante qui
m’est arrivée dans la réception d’un hôtel de Belo Horizonte.( Capitale du Minas
Gerais au sud-ouest du Brésil). Un taxi m’attendait pour me conduire à
l’aéroport et un employé de l’hôtel m’aidait à remettre les vêtements et
sous-vêtements tombés par terre et à fermer la valise avec une ficelle car la
fermeture Éclair s’était cassée. Une “singerie” (mico : race de singes du
Brésil) inoubliable, mais positive car alors j’ai appris qu’il ne fallait pas
emporter trop de bagages ni une valise trop chargée !
Quer ler mais? peça o seu exemplar
....
Categoria: Citação
Escrito por Vania Beatriz às 20h16
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Autor: Vânia Beatriz
Quando: novembre/2001
Quand quelqu'un me demandait quel était mon rêve non réalisé, je répondais "faire un voyage en France", pays pour lequel je suis tombée amoureuse dès que j'ai commencé à étudier le français, une discipline obligatoire au cours technique de secrétariat au collège d'Amapa, Etat où je suis née.
Après, à Belem, j'ai étudié pendant deux ans au centre des langues de l'Université, sous la direction de mon inoubliable professeur Cleide, une Brésilienne, qui avait un petit ami français . En classe, elle nous a fait voyager à travers la France grâce à ses histoires.
Quand j'ai déménagé à Porto Velho j'ai commencé à étudier par correspondance, une forme amusante de cours collectif avec deux amies et une prof qui habitait à Curitiba au sud du Brésil. Pour m'améliorer dans l'apprentissage de la langue française, j'ai commencé à échanger des lettres avec des Françaises et nous n'avons délaissé aucune opportunité d'essayer de parler français avec quelqu'un. Quand j'ai travaillé au Département de la Police à Macapa, j'ai demandé la permission de parler avec un Français qui y était prisonnier. Quand est arrivée l'ère de l'Internet, le monde est devenu plus acessible, les distances sont devenues plus courtes, j'ai découvert Brésil-Passion qui réunit des étrangers, surtout des Français, passionnés par le Brésil, et d'une certaine façon, la réciproque est vraie, des Brésiliens passionnés pour la France.
Categoria: Citação
Escrito por Vania Beatriz às 01h01
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